Nosso blog trata de temas que julgamos interessantes e ao mesmo tempo têm suscitado dúvidas. Nossa idéia é desenvolver o gosto pelo estudo do NT e da Bíblia como um todo. Além disso, dar algumas informações contextuais que podem ser relevantes para o estudo de determinado texto. Todavia, é claro, que não esperamos ser a última palavra quanto ao assunto, mas apenas contribuir para o estudo e compreensão do mesmo. Além disso, temos publicado pouco para tentar preparar algo de qualidade pra sua leitura. Dito isto, vamos ao tema de hoje. Espero que seja útil. Tema em questão
Entre os textos que são alvo de muita discussão entre os estudiosos está Mateus 16:18: "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." E a razão para tanto debate repousa na expressão "esta pedra" e seu referente no texto. Ela se refere a que? A Pedro, a Jesus, a confissão de Pedro, aos doze, a Deus, a verdade revelada para Pedro ou ao ofício de pregador exercido por Pedro [1] ou ainda ao ensino de Jesus (como em 7:24 [2]). Como pode se perceber são muitas as opções, todavia é lógico que só uma estava na mente do autor ao compor estas sentenças. Entretanto, creio que estas alternativas podem ser limitadas a dois grupos: aquelas que de alguma forma, direta ou indireta, se referem a Pedro e aquelas que se referem, nos mesmos padrões do outro grupo de interpretação, a Cristo. O contexto e as relações sintáticas podem nos auxiliar na decisão de qual destas propostas se ajusta melhor aqui.
Interpretações
Em anos recentes a visão que tem se tornado preponderante é que em Mt. 16:18 Pedro é a Pedra [3]. É dito que essa é a leitura mais natural do texto. Todavia, isso não implica que Pedro tenha sido o primeiro Papa ou coisas do gênero [4]. Em que se baseia essa explicação? Eis os pontos salientes nessa visão: 1) Ela explica o jogo de palavras que existe no verso (Pedro e Pedra; gr. Pe,troj| e pe,tra|). Voltaremos a esse ponto mais tarde; 2) Toma estes termos como sendo intercambiáveis, já que Petra é apenas o feminino de Pedro em grego, não implicando isso em mudança de significado; 3) Soma-se a isso o possível pano de fundo da conversa em aramaico, onde o texto estaria assim: "Tu és Kepha e sobre esta Kepha edificarei a minha igreja..."; 4) A expressão que é usada por Jesus "a ti" (soi) está em harmonia com o pronome pessoal "tu" (su.) do verso 18 e com os verbos na segunda pessoa do singular dos versos 17 e 19 "és"(ei=), sempre tendo como referente Pedro, o que indicaria que nestes versos todos (17-19) Jesus sempre se dirige a Pedro. Portanto, ele é a Pedra, pois não há evidência de que há mudança de sujeito no contexto [5]. 5) O verso 19, em face de seu pano de fundo, é apontado como evidência adicional para isso [6].
Do outro lado, aqueles que sugerem que Jesus, Seu ensino ou a Deus [7], é o antecedente de "esta rocha" o fazem argumentando da seguinte maneira: 1) Pedro e Pedra tem diferentes sentidos, sendo respectivamente pedra e rocha; 2) O demonstrativo "esta" sugere outro referente e não Pedro, pois é com ele que Jesus está dialogando. Tal pronome geralmente refere-se a algo de que se fala e não com quem se dialoga (8); 3) O possível pano de fundo aramaico do diálogo é desconsiderado, pois alega-se que não há evidências de que este tenha ocorrido em tal idioma, além disso o texto que temos está em grego e é ele que deve ter primazia na interpretação.
Do outro lado, aqueles que sugerem que Jesus, Seu ensino ou a Deus [7], é o antecedente de "esta rocha" o fazem argumentando da seguinte maneira: 1) Pedro e Pedra tem diferentes sentidos, sendo respectivamente pedra e rocha; 2) O demonstrativo "esta" sugere outro referente e não Pedro, pois é com ele que Jesus está dialogando. Tal pronome geralmente refere-se a algo de que se fala e não com quem se dialoga (8); 3) O possível pano de fundo aramaico do diálogo é desconsiderado, pois alega-se que não há evidências de que este tenha ocorrido em tal idioma, além disso o texto que temos está em grego e é ele que deve ter primazia na interpretação.
Avaliação e Implicações
É perceptível que ambos os lados possuem perguntas que permanecem sem respostas inequívocas. Todavia, embora isso seja claro, uma das interpretações têm mais pontos a favor do que contra.
É importante lembrar que utilizar textos de outros livros da Bíblia para interferir na interpretação deste verso de Mateus é incompreensível e inconveniente. É verdade que outros textos podem auxiliar na ratificação do estudo deste, mas não como base de sua interpretação como querem alguns [9].
Em segundo lugar não me parece correto utilizar um suposto pano de fundo aramaico para o entendimento do verso. O texto deve ser tomado como está para o estudo. Tentar conjecturar, embora comum a muitos teológos, um possível diálogo em aramaico e a partir daí tecer a interpretação é basear o comentário em um argumento no mínimo subjetivo, pois Jesus pode ter dito isto no próprio idioma grego [10]. Além disso, mesmo que o tenha feito em aramaico, não há certeza se ele usou o mesmo termo (Kepha) para se referir a Pedro e a Pedra.
Em terceiro lugar estes termos, embora usados com sentidos diferentes muitas vezes, na prática podem e várias vezes foram usados também de maneira intercambiável [11]. De modo que aqui pode ocorrer o mesmo. Além disso, é correta a observação que não há mudança de sujeito nos versos 17-19, sempre Jesus se dirige a Pedro. A questão passa a ser a seguinte: é possível que o demonstrativo "esta" refira-se a Pedro ou como é argumentado, algumas vezes, ele só é utilizado para se referir a algo de quem se fala e não com quem se fala? O primeiro ponto a ser analisado é que esse demonstrativo (gr. οὗτος) pode se referir ao antecedente mais próximo no contexto, na mente do escritor ou ainda no tempo do autor ou audiência [12]. Assim que é possível que "esta" não se refira a Pedro. Além disso, Jesus poderia ter afirmado: e sobre ti, ao invés de esta pedra, edificarei a minha igreja. Entretanto, a despeito da atratividade dessa sugestão, não creio que o texto deva ser assim entendido. Abaixo cito as razões:
1) Mateus poderia ter usado a palavra li,qoj e assim evitar o trocadilho; 2) Soma-se a isso o fato que quando a referência de pedra ou rocha é a Jesus, no NT, normalmente o termo utilizado é esse e não pe,tra| [13]; 3) Embora seja correto afirmar que "esta" não tem antecedente próximo no contexto, quando Pedro é eliminado como referente, o subjetivismo praticamente toma conta da exegese, pois qualquer que seja a explicação há subsídios no NT para defendê-la; 4) E por fim, em todo o contexto, as declarações de Cristo são dirigidas a Pedro. Por tal razão essa é a leitura mais natural do texto.
Parece justa a sugestão de que Pedro seja a Pedra neste texto, entretanto utilizar essa afirmação para defender o papado e sua base bíblica é exagero e historicamente questionável [14]. Nem que Jesus, por causa disso, deixa de ser a Rocha ou Pedra, na Bíblia. Há amplas evidências de que Ele o seja.
Até...
Referências Bibliográficas
1. Para estas sugestões, veja Davies, W. D., & Allison, D. C. (2004). A critical and exegetical commentary on the Gospel according to Saint Matthew (627). London; New York: T&T Clark International.
2. Para a possibilidade desta interpretação, veja Gundry, R. H. (2003). A Survey of the New Testament (Fourth Edition) (186). Grand Rapids, MI: Zondervan.
3. Para uma defesa dessa visão, veja Morris, L. (1992). The Gospel according to Matthew (423). Grand Rapids, Mich.; Leicester, England: W.B. Eerdmans; Inter-Varsity Press; Hagner, D. A. (2002). Vol. 33B: Word Biblical Commentary : Matthew 14-28. Word Biblical Commentary (470). Dallas: Word, Incorporated; Osborne, G. R. (2010). Matthew (627). Grand Rapids, MI: Zondervan; Blomberg, C. (2001, c1992). Vol. 22: Matthew (electronic ed.). Logos Library System; The New American Commentary (252). Nashville: Broadman & Holman Publishers; Keener, C. S. (2009). The Gospel of Matthew: A Socio-Rhetorical Commentary (427). Grand Rapids, MI; Cambridge, U.K.: Wm. B. Eerdmans Publishing Co; France, R. T. (2007). The Gospel of Matthew. The New International Commentary on the New Testament (622). Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publication Co; Carson, D. A. (1984). Matthew. In F. E. Gaebelein (Ed.), The Expositor's Bible Commentary, Volume 8: Matthew, Mark, Luke (F. E. Gaebelein, Ed.) (368). Grand Rapids, MI: Zondervan Publishing House. Para citar apenas alguns.
4. Chouinard, L. (1997). Matthew. The College Press NIV commentary (Mt 16:18). Joplin, Mo.: College Press.
5. Embora não seja dito claramente isso, esta é a implicação imediata de sua explicação, veja Hendriksen, W., & Kistemaker, S. J. (1953-2001). Vol. 9: New Testament commentary : Exposition of the Gospel According to Matthew. Accompanying biblical text is author's translation. New Testament Commentary (645). Grand Rapids: Baker Book House
6. Albright, W. F., & Mann, C. S. (2008). Matthew: Introduction, translation, and notes (195). New Haven; London: Yale University Press.
7. Lenski, R. C. H. (1961). The Interpretation of St. Matthew's Gospel (626). Minneapolis, MN.: Augsburg Publishing House; Walvoord, J. F. (2007; 2007). Matthew: Thy Kingdom Come (123). Galaxie Software.
8. Garland, D. E. (2001). Reading Matthew: A literary and theological commentary on the first Gospel. Originally published: New York : Crossroad, 1993. Reading the New Testament series (173). Macon, Ga.: Smyth & Helwys Publishing.
9. Para este tipo de estudo, veja MacArthur, J. (1989). Matthew (28). Chicago: Moody Press.
10. Turner, N. (1966). Grammatical insights into the New Testament. (181). Edinburgh: T. & T. Clark; Robertson, A. (1919; 2006). A Grammar of the Greek New Testament in the Light of Historical Research (29). Logos. A afirmação de Wise de que isso é apenas teoria não implica que não possa ter ocorrido. Veja os argumentos dele em Wise, M. O.. Languages of Palestine in Dictionary of Jesus and the Gospels edited by Green, J. B., McKnight, S., & Marshall, I. H. (1992). Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press.
11. Cullmann, O., πέτρα in Theological dictionary of the New Testament. 1964-c1976. Vols. 5-9 edited by Gerhard Friedrich. Vol. 10 compiled by Ronald Pitkin. (G. Kittel, G. W. Bromiley & G. Friedrich, Ed.) (electronic ed.) (6). Grand Rapids, MI: Eerdmans.
12. Wallace, D. B. (1999; 2002). Greek Grammar Beyond the Basics - Exegetical Syntax of the New Testament (325). Zondervan Publishing House and Galaxie Software.
13. Mt. 21:42, 44; Rm. 9:33; I Pd. 2:4, entre outros.
14. Luz, U., & Koester, H. (2001). Matthew : A commentary. Translation of: Das Evangelium nach Matthaus.; Vol. 2 translated by James E. Crouch ; edited by Helmut Koester.; Vol. 2 published by Fortress Press. (374). Minneapolis: Augsburg. Embora não concordemos com a conclusão de Reymond, seus argumentos são muito úteis aqui. Veja, Reymond, R. L. (2001). The Reformation's Conflict with Rome: Why It Must Continue (36-52). Fearn, Ross-shire, UK: Christian Focus Publications. Veja ainda Schaff, P., & Schaff, D. S. (1997). History of the Christian church. Oak Harbor, WA: Logos Research Systems, Inc.
É importante lembrar que utilizar textos de outros livros da Bíblia para interferir na interpretação deste verso de Mateus é incompreensível e inconveniente. É verdade que outros textos podem auxiliar na ratificação do estudo deste, mas não como base de sua interpretação como querem alguns [9].
Em segundo lugar não me parece correto utilizar um suposto pano de fundo aramaico para o entendimento do verso. O texto deve ser tomado como está para o estudo. Tentar conjecturar, embora comum a muitos teológos, um possível diálogo em aramaico e a partir daí tecer a interpretação é basear o comentário em um argumento no mínimo subjetivo, pois Jesus pode ter dito isto no próprio idioma grego [10]. Além disso, mesmo que o tenha feito em aramaico, não há certeza se ele usou o mesmo termo (Kepha) para se referir a Pedro e a Pedra.
Em terceiro lugar estes termos, embora usados com sentidos diferentes muitas vezes, na prática podem e várias vezes foram usados também de maneira intercambiável [11]. De modo que aqui pode ocorrer o mesmo. Além disso, é correta a observação que não há mudança de sujeito nos versos 17-19, sempre Jesus se dirige a Pedro. A questão passa a ser a seguinte: é possível que o demonstrativo "esta" refira-se a Pedro ou como é argumentado, algumas vezes, ele só é utilizado para se referir a algo de quem se fala e não com quem se fala? O primeiro ponto a ser analisado é que esse demonstrativo (gr. οὗτος) pode se referir ao antecedente mais próximo no contexto, na mente do escritor ou ainda no tempo do autor ou audiência [12]. Assim que é possível que "esta" não se refira a Pedro. Além disso, Jesus poderia ter afirmado: e sobre ti, ao invés de esta pedra, edificarei a minha igreja. Entretanto, a despeito da atratividade dessa sugestão, não creio que o texto deva ser assim entendido. Abaixo cito as razões:
1) Mateus poderia ter usado a palavra li,qoj e assim evitar o trocadilho; 2) Soma-se a isso o fato que quando a referência de pedra ou rocha é a Jesus, no NT, normalmente o termo utilizado é esse e não pe,tra| [13]; 3) Embora seja correto afirmar que "esta" não tem antecedente próximo no contexto, quando Pedro é eliminado como referente, o subjetivismo praticamente toma conta da exegese, pois qualquer que seja a explicação há subsídios no NT para defendê-la; 4) E por fim, em todo o contexto, as declarações de Cristo são dirigidas a Pedro. Por tal razão essa é a leitura mais natural do texto.
Parece justa a sugestão de que Pedro seja a Pedra neste texto, entretanto utilizar essa afirmação para defender o papado e sua base bíblica é exagero e historicamente questionável [14]. Nem que Jesus, por causa disso, deixa de ser a Rocha ou Pedra, na Bíblia. Há amplas evidências de que Ele o seja.
Até...
Referências Bibliográficas
1. Para estas sugestões, veja Davies, W. D., & Allison, D. C. (2004). A critical and exegetical commentary on the Gospel according to Saint Matthew (627). London; New York: T&T Clark International.
2. Para a possibilidade desta interpretação, veja Gundry, R. H. (2003). A Survey of the New Testament (Fourth Edition) (186). Grand Rapids, MI: Zondervan.
3. Para uma defesa dessa visão, veja Morris, L. (1992). The Gospel according to Matthew (423). Grand Rapids, Mich.; Leicester, England: W.B. Eerdmans; Inter-Varsity Press; Hagner, D. A. (2002). Vol. 33B: Word Biblical Commentary : Matthew 14-28. Word Biblical Commentary (470). Dallas: Word, Incorporated; Osborne, G. R. (2010). Matthew (627). Grand Rapids, MI: Zondervan; Blomberg, C. (2001, c1992). Vol. 22: Matthew (electronic ed.). Logos Library System; The New American Commentary (252). Nashville: Broadman & Holman Publishers; Keener, C. S. (2009). The Gospel of Matthew: A Socio-Rhetorical Commentary (427). Grand Rapids, MI; Cambridge, U.K.: Wm. B. Eerdmans Publishing Co; France, R. T. (2007). The Gospel of Matthew. The New International Commentary on the New Testament (622). Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publication Co; Carson, D. A. (1984). Matthew. In F. E. Gaebelein (Ed.), The Expositor's Bible Commentary, Volume 8: Matthew, Mark, Luke (F. E. Gaebelein, Ed.) (368). Grand Rapids, MI: Zondervan Publishing House. Para citar apenas alguns.
4. Chouinard, L. (1997). Matthew. The College Press NIV commentary (Mt 16:18). Joplin, Mo.: College Press.
5. Embora não seja dito claramente isso, esta é a implicação imediata de sua explicação, veja Hendriksen, W., & Kistemaker, S. J. (1953-2001). Vol. 9: New Testament commentary : Exposition of the Gospel According to Matthew. Accompanying biblical text is author's translation. New Testament Commentary (645). Grand Rapids: Baker Book House
6. Albright, W. F., & Mann, C. S. (2008). Matthew: Introduction, translation, and notes (195). New Haven; London: Yale University Press.
7. Lenski, R. C. H. (1961). The Interpretation of St. Matthew's Gospel (626). Minneapolis, MN.: Augsburg Publishing House; Walvoord, J. F. (2007; 2007). Matthew: Thy Kingdom Come (123). Galaxie Software.
8. Garland, D. E. (2001). Reading Matthew: A literary and theological commentary on the first Gospel. Originally published: New York : Crossroad, 1993. Reading the New Testament series (173). Macon, Ga.: Smyth & Helwys Publishing.
9. Para este tipo de estudo, veja MacArthur, J. (1989). Matthew (28). Chicago: Moody Press.
10. Turner, N. (1966). Grammatical insights into the New Testament. (181). Edinburgh: T. & T. Clark; Robertson, A. (1919; 2006). A Grammar of the Greek New Testament in the Light of Historical Research (29). Logos. A afirmação de Wise de que isso é apenas teoria não implica que não possa ter ocorrido. Veja os argumentos dele em Wise, M. O.. Languages of Palestine in Dictionary of Jesus and the Gospels edited by Green, J. B., McKnight, S., & Marshall, I. H. (1992). Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press.
11. Cullmann, O., πέτρα in Theological dictionary of the New Testament. 1964-c1976. Vols. 5-9 edited by Gerhard Friedrich. Vol. 10 compiled by Ronald Pitkin. (G. Kittel, G. W. Bromiley & G. Friedrich, Ed.) (electronic ed.) (6). Grand Rapids, MI: Eerdmans.
12. Wallace, D. B. (1999; 2002). Greek Grammar Beyond the Basics - Exegetical Syntax of the New Testament (325). Zondervan Publishing House and Galaxie Software.
13. Mt. 21:42, 44; Rm. 9:33; I Pd. 2:4, entre outros.
14. Luz, U., & Koester, H. (2001). Matthew : A commentary. Translation of: Das Evangelium nach Matthaus.; Vol. 2 translated by James E. Crouch ; edited by Helmut Koester.; Vol. 2 published by Fortress Press. (374). Minneapolis: Augsburg. Embora não concordemos com a conclusão de Reymond, seus argumentos são muito úteis aqui. Veja, Reymond, R. L. (2001). The Reformation's Conflict with Rome: Why It Must Continue (36-52). Fearn, Ross-shire, UK: Christian Focus Publications. Veja ainda Schaff, P., & Schaff, D. S. (1997). History of the Christian church. Oak Harbor, WA: Logos Research Systems, Inc.
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